Segundo apurou o DN, muitos estabelecimentos de ensino accionaram os seus planos de emergência, "cumprindo à risca" as instruções aprendidas nos simulacros que habitualmente fazem, tal como constatou Lurdes Lança, a presidente da Escola E.B. 2,3 de Castro Marim. "Os alunos reagiram automaticamente, colocando-se sob as secretárias e saindo depois das salas, ao sinal do alarme, em fila indiana." Os 150 estudantes foram encaminhados para o campo de jogos, onde permaneceram 10 minutos, regressando depois às suas actividades normais. Duas alunas, do 7.º e 9.º anos, tiveram de ser assistidas no centro de saúde local, com "palpitações decorrentes do nervosismo em que ficaram".
http://dn.sapo.pt/2007/02/13/sociedade/maior_sismo_ultimos_anos_assusta_pop.html
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